A atuação dos comunicólogos é discutida na FAT

Profª Kelly Alves, Lilia Campos, Joilton Freitas e graduandos em Jornalismo FAT

No último dia 05, os alunos do 5° semestre do curso de Jornalismo da Faculdade Anísio Teixeira – FAT participaram de uma mesa redonda com a jornalista Lílian Campos e o radialista Joilton Freitas. Promovido pela professora Kelly Alves, orientadora da disciplina Assessoria de Comunicação, o evento teve como intuito discutir as variadas áreas de atuação dos profissionais de Comunicação Social.
O tema proposto foi explanado e exemplificado através da experiência profissional de ambos convidados. A jornalista Lílian Campos destacou a importância da comunicação nas empresas. Baseado em seu trabalho de conclusão de curso, Campos afirma que as grandes organizações da cidade estão atentas à comunicação interna e externa. “Hoje as empresas não se limitam apenas ao trabalho desenvolvido pela assessoria de comunicação de sua matriz, elas fazem questão de contratar um profissional local”, enfatiza.
Além de trabalhar com assessoria de comunicação há oito anos, a jornalista apresenta o programa Sábado com você na Rádio Sociedade, assina colunas no portal do Jornal Feira Hoje, é colunista e editora-chefe da revista Glamour e promove o Baile de Máscaras na cidade, evento que precede a Micareta de Feira de Santana.Para Campos, o sucesso de um comunicólogo não depende apenas de muita leitura, pesquisas e conhecimentos. Aliado a isto é importante manter bons relacionamentos, network. “É fundamental ver o colega que atua na mesma área como um parceiro, e não adversário”, pontua. Outro ponto destacado pela jornalista foi à valorização do trabalho dos comunicólogos no mercado.

Lilian Campos e Joilton FreitasO radialista Joilton Freitas deu continuidade a mesa redonda, mostrando aos estudantes outra área de atuação: o radiojornalismo. À frente do programa Rotativo News, da Rádio Sociedade, Freitas comentou sua experiência, declarando que começou a atuar no radiojornalismo por acaso, “entrei na área por acaso e me apaixonei. O radiojornalismo é fascinante porque permite uma aproximação maior com o público, sendo um espaço da população”.

Segundo o radialista, os novos graduandos em jornalismo devem pensar em mudar a situação da rádio na cidade, mantendo distância do poder. Para quem tem interesse em atuar no radiojornalismo, Freitas deixa uma dica: “é preciso entender de política, economia, atualidades e priorizar a cultura, para saber fazer comentários”, conclui.
Os alunos que participaram do bate-papo interagiram com os convidados levantando questionamentos acerca do assunto, bem como dúvidas pertinentes a experiência de cada um.

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