Exame do MEC reprova 20% dos cursos universitários

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Fonte: Agência Brasil Dos 5.511 cursos universitários avaliados pelo Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), 27% obtiveram conceito considerado alto: quatro ou cinco. A maioria (53%) obteve três e 20% foram reprovados, com um e dois, informou o diretor do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Dilvo Ristoff, em entrevista à Rádio Nacional. O Inep é vinculado ao Ministério da Educação. O exame utilizou um novo índice para medir a qualidade dos cursos, chamado Indicador de Diferença entre o Desempenho Observado e o Esperado (IDD). "Os cursos que tiveram conceito um e dois e o mesmo IDD vão ter uma atenção especial", explicou Ristoff. A nota definitiva virá após a avaliação in loco de especialistas nas universidades. "Num exame desse tipo, há certas coisas que ninguém controla. Por exemplo, um aluno com má vontade e um grupo com má vontade podem efetivamente afetar a nota do curso". Se a nota for inferior a três, a instituição terá de assinar com o Ministério da Educação um protocolo de intenções com prazo determinado para corrigir as deficiências e omissões. Se não forem corrigidas, o curso terá o vestibular suspenso e poderá inclusive sofrer intervenção, informou Ristoff. O maior número de IDDs positivos foi registrado no Sul, proporcionalmente ao número de cursos existentes. Todas as demais regiões tiveram mais IDDs negativos do que positivos. O Norte teve o pior desempenho. Cada curso recebeu o seu relatório com 35 páginas, informando como os ingressantes e concluintes se saíram em cada uma das 40 questões da prova. O próximo Enade vai ser aplicado no dia 12 de novembro. A expectativa, segundo Ristoff, é que 1 milhão de estudantes participem, o dobro da última edição Fonte: Agência Brasil Reporter: Gabriella Noronha Dos 5.511 cursos universitários avaliados pelo Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), 27% obtiveram conceito considerado alto: quatro ou cinco. A maioria (53%) obteve três e 20% foram reprovados, com um e dois, informou o diretor do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Dilvo Ristoff, em entrevista à Rádio Nacional. O Inep é vinculado ao Ministério da Educação. O exame utilizou um novo índice para medir a qualidade dos cursos, chamado Indicador de Diferença entre o Desempenho Observado e o Esperado (IDD). "Os cursos que tiveram conceito um e dois e o mesmo IDD vão ter uma atenção especial", explicou Ristoff. A nota definitiva virá após a avaliação in loco de especialistas nas universidades. "Num exame desse tipo, há certas coisas que ninguém controla. Por exemplo, um aluno com má vontade e um grupo com má vontade podem efetivamente afetar a nota do curso". Se a nota for inferior a três, a instituição terá de assinar com o Ministério da Educação um protocolo de intenções com prazo determinado para corrigir as deficiências e omissões. Se não forem corrigidas, o curso terá o vestibular suspenso e poderá inclusive sofrer intervenção, informou Ristoff. O maior número de IDDs positivos foi registrado no Sul, proporcionalmente ao número de cursos existentes. Todas as demais regiões tiveram mais IDDs negativos do que positivos. O Norte teve o pior desempenho. Cada curso recebeu o seu relatório com 35 páginas, informando como os ingressantes e concluintes se saíram em cada uma das 40 questões da prova. O próximo Enade vai ser aplicado no dia 12 de novembro. A expectativa, segundo Ristoff, é que 1 milhão de estudantes participem, o dobro da última edição

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